O vinhoto possui nutrientes essenciais (Potássio, Nitrogênio, Fósforo) que reduzem custos com fertilizantes importados, mas sua infiltração direta causa eutrofização e salinização.
Nossa tecnologia foca na retenção de sólidos e redução drástica da carga orgânica (DQO/DBO), permitindo o uso do subproduto como fertilizante seguro e equilibrado. O sistema mantém nutrientes vitais na água resultante para irrigação controlada, respeitando normas ambientais e leis vigentes. Além disso, condiciona a água de reúso com pureza necessária para alimentação de caldeiras e sistemas de resfriamento, transformando um resíduo agressivo em um ativo valioso de ciclo fechado.
Ao contrário dos métodos convencionais, a dissociação molecular por hidroxila quebra as ligações iônicas sem formar hidróxidos sólidos. Isso elimina custos com transporte e disposição de lama ou lodo em aterros sanitários.
O sistema possui controle automático via CLP (Controlador Lógico Programável). Ele monitora todas as variáveis em tempo real e, caso o efluente não atinja os requisitos legais de reuso ou descarte, o sistema automaticamente o retorna ao início do processo para novo tratamento.
o alto potencial de oxidação do radical hidroxila (E=+2,80V$), que é superior ao do próprio ozônio. Explique que isso permite tratar efluentes extremamente complexos, como chorume de aterros (necrochorume), resíduos farmacêuticos e agrotóxicos, degradando compostos orgânicos tóxicos que não são biodegradáveis.
O sistema é projetado para garantir que a água tratada atenda rigorosamente aos teores de contaminantes exigidos pelas legislações locais. Todos os equipamentos, como reservatórios e compressores, são fabricados e operados em conformidade com normas de segurança como a NR-13
Remoção do excesso de matéria orgânica mantendo minerais essenciais. Evita a salinização do solo e a contaminação do lençol freático, otimizando a absorção pelas plantas.
A tecnologia WWRT utiliza Oxidação Catalítica Avançada Heterogênea para gerar radicais hidroxila a partir do ozônio. Esse alto poder oxidante trata efluentes complexos — industriais, hospitalares e chorume — sendo altamente eficaz na eliminação de poluentes orgânicos tóxicos e refratários, difíceis de degradar por métodos biológicos convencionais, garantindo recuperação hídrica eficiente.
O processo começa com a captação do ar atmosférico para obter a matéria-prima do oxidante Compressão e Secagem: O ar é comprimido a 6 bar, passa por um secador por refrigeração para remover a umidade e por filtros para eliminar partículas e óleo. Concentração: O ar limpo passa por um concentrador com peneira molecular (Torre de Zeolita), que retém o nitrogênio e eleva a concentração de oxigênio de 21% para 93%.
Nesta etapa, o oxigênio concentrado é transformado em um potente agente oxidante. Descarga Corona: O oxigênio O²) é submetido a uma descarga elétrica de alta voltagem no gerador de ozônio. Dissociação e União: Essa energia separa os átomos de oxigênio, que se unem a outras moléculas de (O²) para formar o ozônio (O³).
Esta é a fase central do tratamento, onde ocorre a reação química que elimina os poluentes. Injeção de Microbolhas: O ozônio é injetado no efluente através de microbolhas ionizadas negativamente dentro de um reator catalítico Reação Catalítica: Ao entrar em contato com células catalíticas heterogêneas na presença da água, o ozônio se decompõe e gera o radical hidroxila (OH) Poder Oxidante: A hidroxila possui um potencial de oxidação superior ao do ozônio molecular
A etapa final garante a limpeza do efluente sem gerar resíduos sólidos Quebra de Ligações: O tratamento promove a dissociação molecular dos contaminantes através da quebra de ligações iônicas. Ausência de Lodo: Devido a essa dissociação, não há formação de hidróxidos, o que elimina a geração de lodo ou lama. Monitoramento Automático: O sistema (controlado por CLP) verifica automaticamente se a água cumpre os requisitos legais. Se estiver conforme, é liberada para reuso ou descarte; caso contrário, retorna ao início do processo.
